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Revisão do regime tributário antes da Reforma: Por que sua empresa deve fazer isso agora?

revisão do regime tributário

A Reforma Tributária Brasileira inicia, nos próximos anos, a maior transformação estrutural no sistema de impostos desde a Constituição de 1988. Novas alíquotas, mudanças no aproveitamento de créditos, padronização nacional de regras e critérios de incidência completamente reformulados tendem a alterar o comportamento financeiro de empresas de todos os portes.


Se hoje a escolha entre Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real já exige atenção, nos próximos anos essa análise será totalmente reconfigurada. Por isso, revisar o regime tributário antes da transição se tornou um movimento estratégico e não apenas para reduzir riscos, mas para construir um plano financeiro consistente para 2026 e toda a década de implementação da reforma.


Neste artigo, você entenderá por que esse diagnóstico é urgente e como ele pode influenciar diretamente o futuro da sua empresa.


A reforma cria novas regras do jogo e cada setor será impactado de um jeito


A transição tributária será progressiva até 2032, mas seus efeitos começam a influenciar decisões empresariais desde já. Isso porque os mecanismos previstos pela reforma alteram:

  • como as empresas acumulam e utilizam créditos;

  • como a tributação é distribuída entre estados e municípios;

  • a forma como preço, margem e competitividade são calculados;

  • o enquadramento de setores específicos que hoje têm benefícios especiais;

  • a previsibilidade das alíquotas, que tende a ser maior, mas nem sempre mais barata.


Por que isso impacta seu regime tributário?

Porque regimes vantajosos hoje podem deixar de ser.E regimes pouco atraentes podem passar a fazer sentido.

Além disso, planejamentos tributários feitos com base em incentivos, créditos presumidos ou particularidades regionais podem perder eficiência — o que exige revisão estratégica imediata.


Por que a revisão do regime tributário agora, e não quando as regras mudarem?


Muitos empresários cometem o erro de acreditar que só precisarão revisar o regime quando as novas regras entrarem em vigor. Mas a reforma altera premissas fundamentais da estrutura fiscal e essas premissas influenciam decisões que você toma hoje:

  • precificação e margem operacional;

  • estrutura societária;

  • engenharia tributária de produtos e serviços;

  • planejamento de investimentos;

  • operação interestadual;

  • logística e cadeia de suprimentos;

  • consumo de insumos e aproveitamento de créditos.


Ignorar esses fatores pode levar a um aumento inesperado da carga tributária dentro dos próximos anos.


Três razões para revisar já:


1. As regras atuais continuarão valendo durante a transição

Alterar o regime no momento errado pode gerar prejuízo imediato ou perda de benefícios.


2. Algumas empresas terão oportunidade de ajustar processos e se preparar para o novo sistema

Quem fizer isso com antecedência terá vantagem competitiva e maior capacidade de absorver custos.


3. Antecipar o estudo evita tomadas de decisão apressadas na virada do ano-calendário

Regime tributário só pode ser trocado em momentos específicos.Perder o timing pode custar meses de carga tributária maior.


As mudanças mais relevantes da reforma e seus impactos nos regimes tributários


A reforma não muda apenas nomes de tributos. Ela reorganiza bases de cálculo, sistemática de créditos, local de incidência, tratamento setorial e operações intermunicipais e interestaduais.


Veja os principais pontos que exigem atenção na revisão do regime.


Previsibilidade das alíquotas — vantagem ou armadilha?


Muito se fala que a reforma trará alíquotas mais previsíveis.Mas previsibilidade não significa necessariamente carga menor.

Em alguns setores, especialmente serviços, a tendência é que a carga aumente se nenhum ajuste for feito.

Em outros, como indústria, pode haver redução.E isso influencia diretamente qual regime fiscal é mais adequado.


Novo modelo de créditos — quem ganha e quem perde?


O creditamento muda completamente:

  • mais empresas poderão gerar créditos;

  • créditos serão mais transparentes;

  • mas setores intensivos em mão de obra podem perder competitividade.


Empresas que hoje se beneficiam de créditos presumidos ou regimes específicos precisam avaliar se continuarão tendo vantagem — ou se migrar para outro regime se tornará estratégico.


Mudança no conceito de destino


A tributação passa a considerar o local de consumo, não de origem. Isso deve impactar:

  • empresas que vendem para outros estados;

  • operações B2B;

  • e-commerces;

  • negócios com logística nacional;

  • cadeias distribuídas.


A mudança pode alterar margens, preços e até estratégias de localização de filiais.


Ajustes no Simples Nacional


Embora não será extinto, o Simples sofrerá adaptações.E isso pode influenciar:

  • anexos;

  • faixas;

  • redutores;

  • limites;

  • e a própria competitividade do regime.


Empresas hoje no limite do Simples podem descobrir que a migração para Presumido ou Real será mais vantajosa pós-reforma.


O contador assume um papel central na transição tributária


Com a nova estrutura, o trabalho contábil deixa de ser apenas apuração e passa a ser estratégia de sobrevivência e crescimento.


É o contador que fará:


Diagnóstico do regime atual

Avaliação profunda dos números reais da empresa: margem, créditos, custos, despesas, atividade e riscos.


Simulações comparativas entre os regimes após a reforma

Cenários de curto, médio e longo prazo que mostram onde a empresa ganha e onde perde.


Mapeamento de riscos e oportunidades

Incluindo incentivos regionais, setores específicos e regimes diferenciados.


Reestruturação societária quando necessário

Para adequar a operação ao novo formato de tributação.


Planejamento de transição até 2032

Ajudando a empresa a atravessar cada fase do processo com segurança.

A complexidade da reforma exige razão, técnica e previsibilidade — e isso só é possível com acompanhamento especializado.


O que a Fecon Contabilidade faz para preparar sua empresa


Na Fecon, estruturamos um processo completo de revisão do regime tributário alinhado à transição da reforma. Ele inclui:


1. Auditoria do regime atual

Analisamos carga, margem, créditos, riscos e estrutura tributária da empresa.


2. Simulações pré-reforma

Estudo técnico comparando Simples, Presumido e Real no cenário atual.


3. Simulações pós-reforma

Projeções de cargas com CBS, IBS, regras de destino e nova sistemática de créditos.


4. Identificação de oportunidades fiscais

Benefícios, incentivos, apurações especiais e situações setoriais.


5. Estratégia de transição 2025–2032

Definição do melhor momento para mudanças e ajustes no modelo operacional.


6. Acompanhamento contínuo

Reavaliação anual para manter a empresa sempre no regime mais vantajoso.

A proposta é simples: dar clareza, reduzir riscos e garantir que sua empresa esteja no melhor regime possível antes e depois da reforma.


Quem mais deve revisar o regime tributário o quanto antes


Alguns segmentos são mais impactados pela reforma e devem priorizar a revisão:

  • serviços em geral;

  • empresas com folha alta;

  • varejos com operação interestadual;

  • indústrias com múltiplos fornecedores;

  • empresas com incentivos regionais;

  • negócios do setor de tecnologia;

  • transportadoras e logística;

  • e-commerces;

  • empresas com margens apertadas.


Nesses casos, a escolha do regime certo pode ser a diferença entre crescer ou comprometer caixa.


Revisar antes é mais estratégico, mais seguro e financeiramente inteligente


A reforma tributária vai remodelar a forma como empresas pagam impostos, formam preços e calculam margens. E, embora a transição seja gradual, o impacto das mudanças começa agora.


Revisar o regime tributário antes da reforma permite:


  • prever cenários com antecedência;

  • ajustar processos;

  • evitar carga extra;

  • preservar margem;

  • identificar oportunidades fiscais;

  • tomar decisões baseadas em dados e não em urgência.


A escolha adequada do regime atual já influencia — e muito — o desempenho financeiro da sua empresa nos próximos anos.


A Fecon está pronta para conduzir essa análise com profundidade técnica, clareza e estratégia, ajudando sua empresa a navegar com segurança por esse novo ambiente tributário.



 
 
 

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